Senador Jean confirma que trará novos investimentos para o RN

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) está na Noruega, nesta terça-feira (9), conversando com autoridades do país e líderes de empresas nas áreas de energia e de petróleo. A viagem é parte de uma missão que está contando com a participação da governadora Fátima Bezerra, com o objetivo de atrair investimentos para o estado do Rio Grande do Norte.

A viagem da comitiva potiguar já trouxe frutos como o anúncio da construção de uma planta de geração de energia solar no estado. O projeto possui uma potência instalada de 532 MW e a operação comercial é esperada a partir de julho de 2023, com um investimento estimado em R$ 1,6 bilhão. A expectativa é que durante a fase de construção sejam gerados mais de 1.200 empregos diretos e indiretos.

Senador Jean Paul Prates está acompanhado de uma comitiva do Rio Grande do Norte

Nesta terça, o senador Jean está em Stavanger, na Noruega, considerada a capital petrolífera do país. Lá o grupo esteve reunido com líderes empresariais de diversas empresas do setor, incluindo a estatal Equinor, que é uma das responsáveis pelo projeto de R$ 1,6 bilhão anunciado para o RN.

“Discutimos as recentes leis e regras para exploração do potencial energético das águas territoriais norueguesas no Mar do Norte e no Mar de Barents”, disse.

O senador explicou o sistema que adotou na redação do Projeto de Lei N° 576/2021, que visa regular a titularidade e o uso do mar territorial brasileiro para a geração de energia renovável.

“Nossa proposta para o Brasil segue basicamente o modelo que a Noruega vem implementando, com outorgas diretas em casos específicos de ganho para o País e outorgas planejadas com leilões competitivos para arrematar áreas marítimas nos casos mais gerais”, explicou Jean. “A interação aqui foi importante para confirmar que estamos no caminho certo”, destacou.

Também foram debatidas as técnicas de instalação de estruturas marítimas diante das condições operacionais e naturais da nossa costa no RN e no CE. “No Mar do Norte, a maioria das estruturas é flutuante e o mar é agitado, com clima frio e agressivo.

No Rio Grande do Norte, e no Ceará, poderemos considerar estruturas fixas ou semi-submersíveis bem menos complexas e mais baratas, fazendo do nosso ambiente provavelmente o mais competitivo e atrativo do mundo para eólicas offshore em menos de cinco a dez anos”, assegurou o Senador representante do povo potiguar.Foto:Divulgação

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