“A vida é a maior inspiração desde os momentos bons ou trágicos”,enaltece Coréon Dú

Vivendo a sua melhor fase musical, segundo consultou a revista Mais Abellhudo, Coréon Dú é consagrado um dos mais brilhantes artistas e dos mais premiados e prestigiados do país de Angola, tendo ele conseguido também ser reconhecidamente um profissional de uma carreira bastante diversificada em sua atuação, criação, concepção e na sua forma inovadora de posicionar-se em qualquer um dos mercados que ele esteja atuando.

Cantor, produtor criativo e diretor, ele deixa transparecer como faz parte de sua personalidade de um dos homens mais cultos de Angola, a emoção, a sua vivacidade, falando de tempos bons e do saudosismo, desde o lançamento do seu primeiro álbum, batizado de Coréon Experiment.

“Já passaram 11 anos desde o seu lançamento e tenho várias pessoas que mantém um grande carinho pelas canções o que mostra que tem sobrevivido o teste do tempo”, frisou o artista Coréon Dú, comentando a relação que recebe de carinho do seu público fiel que acompanha a sua trajetória musical.

Em sua primeira apresentação quando estará acontecendo neste sábado (09) na cidade de Lisboa, em Portugal, no qual o artista Coréon Dú vai presentear o público com o conserto Love Infinity, acompanhado de sua banda e tendo um repertório muitíssimo bem selecionado para as pessoas poderem reviverem grandes momentos da música angolano e sua diversidade.

Consta em sua biografia que ele é um dos artistas mais versáteis do país Angola, e notadamente reconhecido mundo afora pela sua desenvoltura, unido os seus processos criativos, desde a sua época de adolescente, ao estudar profundamente e quando cantava no coral da Escola Católica, além de participar ativamente de peças de teatro musical escolares, onde ele cresceu nos Estados Unidos da América.

Das suas participações vivendo ativamente tudo que possa ter entrado de corpo e alma, o artista Coréon Dú, vivia tudo de uma forma que dali em diante as suas vivências ele iria levar como um dos seus maiores aprendizados,e posteriormente também iria repassar algumas dessas lições para as pessoas que conviviam com ele.

Já no ano de 2001 entre os intervalos das pausas acadêmicas, ele engajava-se em projetos de moda, teatro, atividades culturais com jovens de sua época, especialmente quando visitava Angola, nos períodos de suas férias escolares.

Era ano de 2003 quando ele deu a sua contribuição no projeto Mergulho no Teatro, sendo um dos destaques e que ora produziu na capital de Angola, Luanda, tendo o apoio do ator brasileiro Sérgio Menezes, de uma forma que pudesse trabalhar projetos sociais na sensibilização sobre a Saúde Mental, além de ter contado com o apoio da comunidade artística local e da Associação de Saúde Mental dos Países de Língua Portuguesa com o projeto “Droga Diga Não”, tendo iniciado em 2005 e dentre outros projetos.

Lançou o álbum de estreia The Coréon Experiment em 2010 com canções em Português, Espanhol, Inglês e Kikongo que contou com a participação de consagrados artistas como Felipe Mukenga, Felipe Zau, DJ Manya, Matias Damasio, Luciana Abreu Totó, Irina, Wyza e vencedor do Grammy Latino Luiz Brasil.

Coréon Dú tornou-se um dos artistas de maior prestígio em seu país Angola e reconhecido internacionalmente pelo conjunto de sua obra musical

Da sua estreia nasceram convites para actuar no Festival de Jazz de Luanda e no Festival de Jazz de Madrid em 2012.

Em 2014 lança o seu segundo L.P. de título “Binário” com canções em Português, Espanhol e Inglês produzido por Coréon Dú em parceria com o vencedor de Grammys venezuelano Andrés Levin e colaborações com Carlinhos Brown, Cláudia Brant, Pretinho da Serrinha, Rogê, Psirico, Gabriel Moura , Lady V, Fernando Osório e Chris Hierro .

Após ter chamado atenção em mercados como Angola e Espanha com a sua estreia , o seu segundo álbum contou com singles que conquistaram os Tops de rotação em França, México e nos Estados Unidos da América incluindo listagem nos Tops de Música Tropical e Pop Latino da revista Billboard com singles como Bailando Kizomba, Amor Robotico ou Que Pasó?.

Em 2018 regressou com o E.P. Sol Raiar que inspirou críticas como “Um artista completo” pela revista PLAYBOY Mexico.

Já a revista francesa Afrique Asie disse “com uma efervescência constante de inspiração, o angolano Coréon Dù é o protótipo do artista africano da aldeia global. Sol Rajar, Soleil Rayonnement, seu novo EP, é emblemático de uma abordagem global onde cada disciplina faz parte de um universo expressivo que o transcende e exalta suas particularidades”.

O seu mais recente Love Infinity (2020) juntou tem encantado os seus seguidores com sua exploração das várias dimensões do amor com temas como. Pele Café, Máscaras, Nuestro Secreto e a faixa de titio Love Infinity. Este projecto detém canções compostas em parceria com artistas como Toty Sa’med , Mallaryah, Cláudia Brant , Detergente, Aurson Dimande e produzidas em parceria com Yami, Luiz Brasil, Jorge Cervantes , Jerry Charbonier e Neel Dwala.

Coréon Dú é Licenciado em Ciências da Comunicação e Gestão de Empresas, com especialidade em Publicidade pela Loyola Universty New Orleans (Estados Unidos da América) e Mestrado em Dance Theatre pelo Trinity Laban Conservatoire of Music & Dance ( Reino Unido) .

Além dos palcos musicais ele trabalha como director criativo, produtor e consultor criativo dentro e fora da sua terra natal tendo colaborado em projectos para clientes e parceiros como a TV Record, GLOBO, CNN , Grupo PRISA ( Espanha/Portugal) RTP ( Portugal ) , Elite Model World, Coca Cola , Grupo Castel ( África/ França) , MultiChoice ( África do Sul) , entre outros.

Entre seus projectos mais emblemáticos estão as telenovelas como “Windeck” e “Jikulumessu” ambas nomeada são EMMY Internacional na categoria Melhor Telenovela . “Jikulumessu” foi igualmente vencedora do Seoul International Drama Award na Coreia do Sul e nomeada na categoria Melhor Série de TV no famoso FESPACO: Panafrican Film and Television Festival of Ouagadougou em Burkina Faso e no Festival Écrans Noirs nos Camarões.

O documentário “Bangaologia: A Ciência do Estilo” que teve estreia em competição no Warsaw Film Festival (um dos festivais qualificador ao OSCAR) e continua a ser exibido como Selecção Oficial em vários festivais de cinema e usado como referência na reflexão sobre moda e estética africana contemporânea. A revista VOGUE Mexico citou que Bangaologia é “Uma produção visual e musical digna do berço do ritmo em nosso planeta ”” e festivais como FeeDog Brasil, New Orleans Film Festival , London Fashion Film Festival , entre outros já exibiram o filme como seleccção oficial. .

I Love Kuduro: From Angola to the World, o documentário sobre o famoso género cultural angolano que teve estreia no Festival do Rio ( Rio de Janeiro International Film Festival ) que foi seleção oficial em festivais como o famoso festival canadiano HotDocs , DocLisboa , Festival Internacional de Cine de Guadalajara e foi premiado no Festival CINEPORT em João Pessoa na categoria Melhor Fotografia.

Já no cinema ficcional a sua obra mais reconhecida é “Njinga: Rainha de Angola” sobre a lendária rainha angolana que ganhou vários prémios nos African Movie Academy Awards e foi seleção oficial em festivais como o Montréal World Film Festival , Los Angeles PanAfrican Film Festival e no FESPACO: Panafrican Film and Television Festival of Ouagadougou .

O seu olho para o talento se tem tornado notório no mundo da moda por ter descoberto e lançado a carreiras de top models africanas como Blesnya Minher , Maria Borges, Amilna Estevão , Alécia Morais , Elsa Baldia, entre outras.

Para falar sobre sua carreira, o primeiro conserto de acordo com ele pós-pandemia,falar de suas criações, músicas, histórias, a sua relação com o movimento LGBT,entre outros assuntos, o artista Coréon Dú reservou um tempo para falar com exclusividade com a revista Mais Abellhudo.

O conserto Love Infinity que você estará apresentando neste sábado em Lisboa é o seu retorno aos palcos, após estar ausente por causa da pandemia.

O que o artista Coréon Dú, além de criar, dirigir e cuidar com esmero desde a sua concepção.O que está em sua caminhada sendo trabalhado para 2022?

Coréon Dú: É um momento de grande expectativa, pois será o meu primeiro espectáculo pós-pandemia e o meu primeiro espetáculo na cidade de Lisboa. 

Comecei a minha caminhada musical ainda durante a adolescência a fazer música ao vivo desde quando fazia teatro musical e canto coral na escola. A minha carreira até ao momento também sido de ligação muito próxima com o público ao vivo, pois em Angola era convidado  principalmente  para fazer concertos em espaços mais intimistas e fora de Angola fiz principalmente festivais de Jazz e World Music. Espero que este seja o primeiro passo para mais contacto novamente com público e com os meus colegas do mundo da música .

A revista americana FORBES apontou você como um dos 15 jovens que está redinamizando a marca de África pelo impacto das suas obras artísticas e projetos considerados criativos dentro e fora do continente e que está rompendo barreiras linguísticas e geográficas.

A sua vivência e experiência faz de você um dos artistas mais premiados e com reconhecimento em nível mundial. Você já chegou a fazer releituras de suas obras e como elas impactam as pessoas?

Coréon Dú:  O meu espírito de artista leva-me sempre a tentar melhorar e refinar os meus processos criativos , talvez por isso nem sempre dou-me conta do impacto de certas obras até ser relembrado pelo público que aprecia o meu trabalho pessoalmente e via redes sociais ou pelos media .

É gratificante e um grande incentivo saber que o meu trabalho é apreciado e que tem vindo a dar visibilidade às indústrias africanas. Afinal África tem 54 países com população maioritariamente jovem e com muita criatividade.

Isto motiva-me bastante durante tempos de grandes desafios , tal como foi esta fase para o mundo inteiro e particularmente para nós  profissionais das indústrias criativas .

Mudando de assunto-Como artista e dono de uma história que leva consigo a bandeira do movimento LGBT.

Nessa edição dos oito anos do Angola Music Awards está com uma maior representatividade com três candidatos que são apoiados pelo público,inclusive você sendo um deles.

Você foi o responsável pela grande audiência da exibição da novela Windeck em Angola. Você pensa em reeditá-lo só que em uma versão mais atual, partindo do princípio que nesse ano, a homossexualidade deixou de ser crime em Angola?

Coréon Dú:  Quanto a reedição da Windeck , vários dos fãs da novela em vários países perguntam por isso . No entanto o maior desafio sendo um profissional africano de país africano de língua portuguesa é conseguir financiamento para os nossos projectos .

As pessoas esquecem que os PALOP são minoria  em África  e  temos um baixo número de consumidores. Só a título de exemplo se juntarmos os cinco países dos PALOP é um número inferior de pessoas que a população do Congo ou da África do Sul e infelizmente ainda não temos tanta abertura ou apoio do mercado brasileiro que é o maior mercado comercial de língua portuguesa ou de Portugal que também é um mercado populacional reduzido, mas cá tem apoio dos fundos criativos da União Europeia. Por isso qualquer retorno do Windeck ou outras obras  partirá mais de condições de mercado do que da vontade criativa .

Quanto à legislação angolana sobre pessoas LGBT+, tal como citei em outras entrevistas o que deixou de ser ilegal foram os chamados actos contra a natureza e não necessariamente a homossexualidade.

Heterossexuais também são capazes dos tais actos contra a natureza pois isso é linguagem de origem  religiosa que se refere a todo acto sexual não reprodutivo.Não esqueçamos que depois da passagem  desta lei pessoas da comunidade LGBTQ+ vieram publicamente denunciar que tem sido profissionalmente censuradas a nível institucional, por isso não me parece que a lei em que estão seja exactamente o que foi publicitado.

No entanto posso desde já dizer que na minha experiência o público angolano tem um histórico de ser bastante aberto e tolerante , infelizmente há sempre uma minoria barulhenta de pessoas  com agendas supostamente religiosa ou as vezes política que fomenta o discurso de ódio seja contra pessoas LGBTQ+, imigrantes, ou que fazem diversidade vários grupos étnicos e linguísticos no país . 

Para este tipo de descriminação social sim sei que nas leis contra discriminação étnica, de género e religiosa foi inserida linguagem específica para proteger de discriminação por orientação sexual.

No entanto ainda há um longo percurso de educação e diálogo social necessário antes que qualquer pessoa LGBTQ+ ou suas famílias e amigos  celebrarem qualquer conquista real .

A oitava edição do Angola Music Awards vem apresentando novas categorias e novos músicos nomeados diferentes dos anos anteriores. Na sua opinião, o que poderia melhorar e se está faltando, por exemplo,alguma categoria?

Coréon Dú: Acho positiva esta preocupação dos A.M..A.  com a diversidade musical que existe no mercado.

Na minha opinião não podemos esperar que um evento sozinho carregue toda  responsabilidade por aplaudir todos músicos de um país e toda a sua diáspora . Seria importante que houvesse maior sinergia entre os promotores de prémios e também que os profissionais do ramo criativo tal como existem em outros mercados .

Por exemplo, os prémios GRAMMY e Billboard são prémios diferentes, mas complementares, pois um base-se em critérios de profissionais e críticos  da música  e o outro em audiências . Eu sou membro da academia dos Grammy, por exemplo, e vejo que apesar de terem prémios concorrentes há uma sinergia entre os trabalhos da Academia e os da revista Billboard.

Nesse período recluso sem fazer shows por causa da pandemia. O que você está produzindo em termos musicais? Tem novo álbum em sua carreira ainda para sair neste ano?

Coréon Dú : Por defeito estou sempre a criar.Algumas criações ficam no fórum íntimo e outras partilho. Confesso que o mundo da moda e da produção audiovisual ocuparam algum do meu tempo durante a pandemia felizmente.

O sector da moda abriu recentemente e o meu trabalho como model scout e agente recomeçou de uma forma nova e reajustada ao distanciamento social e a um mercado cada vez mais digital. Igualmente felizmente consegui cumprir com projectos de alguns clientes audiovisuais graças às novas tecnologias .

Quanto a criações vindouros eu tento focar-me ao máximo no presente. Qualquer projecto futuro é só me seguirem nas redes sociais e no Spotify para revelações em primeira mão.

A geração de músicos de sua época dá para se perceber que estão vivendo musicalmente mais refinados, tratando-se de músicas mais românticas e com melodias que contam novas histórias. Quando você vai compor, quem é sua inspiração maior?

Coréon Dú: A vida é a maior inspiração desde os momentos , bons , maus, trágicos ou engraçados . Eu tento criar ao máximo e apresentar obras em que posso identificar as minhas vivências, pois isso permite uma ligação humana mais genuína com quem aprecia os meus trabalhos .

Consagrado em um artista multifacetado e com um currículo cheio de vivências seja na música, na arte, produção, cultura, na moda e no cinema.

Como é reunir essas experiências e como se dá o processo de criação de um novo projeto que você pretende executar?

Coréon Dú: O importante é sonhar e estimular a imaginação através da pesquisa . Depois dessa fase é importante ter os pés bem assentes na terra olhando para o lado prático de cada sonho ou ideia que imaginos . A partir daí consigo saber que ideias devem ter prioridade pelo grau de exequibilidade como projecto e quais devem esperar .

Sabemos que todo artista tem um carinho maior por determinado álbum ou obra que ele tenha criado.

Qual foi entre tantos prêmios, álbuns, produções e criações em sua carreira que você tenha um apreço maior? E porquê? Poderia explicar e o que remete a toda essa importância?

Coréon Dú : Todos são especiais por motivos diferentes e marcaram momentos diferentes da minha vida . O meu primeiro álbum The Coréon Experiment (2010) foi onde tudo começou e por isso tenha um lugar muito especial na minha memória . 

Já passaram 11 anos desde o seu lançamento e tenho várias pessoas que mantém um grande carinho pelas canções o que mostra que tem sobrevivido o teste do tempo .

Ao olhar a sua biografia e a dimensão dela e comparando com a sua história de vida,pessoal,profissional e artisticamente. De todas as suas experiências, o que te dá mais orgulho? Porque?

Coréon Dú: Considero-me um ser em constante construção e melhoria . O que posso dizer que me trás bastante alegria é saber que dei e continuo a abrir oportunidades para novos talentos do ramo criativo em várias disciplinas através dos meus projectos . É um grande orgulho quando vejo talentos na moda como o caso da Blesnya Minher, Amilna Estevão, Alécia Morais ou mesmo , Maria Borges na moda , o Rui Orlando e a Telma Lee na música  e inúmeros outros talentos do mercado audiovisual, da dança ou dramaturgia que nasceram de ou cresceram profissionalmente em projectos que tenho desenvolvido. 

As suas músicas elas tem um estilo bastante dançante e falam de amor. Você foi buscar tanta inspiração para reunir em seus álbuns músicas que falam além de amor. Para você a criação de um novo álbum musical dura quanto tempo e aonde você vai buscar inspirações entre seus personagens?

Coréon Dú: O amor tem infinitos temas e infinitas possibilidades como fonte de inspiração. Eu notei recentemente que ele tem sido um fio condutor tem toda minha obra musical desde que iniciei e talvez continuará a ser. Quanto ao tempo de criação, como ainda não tive a oportunidade de contar com o apoio de uma editora musical durante toda a minha carreira, o tempo é em função de quando tenho a oportunidade ou possibilidade de lançar música. Acredito que a gestão de tempo de um artista independente é diferente de artistas que tem contrários fonográficos, apesar da exigência por parte do público e do mercado ser a mesma .

O continente africano é riquíssimo em cultura,música e demais outras riquezas. Falando nisso,o seu país Angola,é um exemplo de uma musicalidade e de ritmos variados. Você já produziu algum álbum que tenha reunido vários estilos musicais?

Coréon Dú:  Não sei se há um estilo musical específico que defina a minha sonoridade, pois eu busco traduzir a minha inspiração musical em obras coesas que partilho com o público . Apesar de ter crescido nos Estados Unidos da América, felizmente cresci envolto em várias culturas africanas não só no ambiente  familiar que reunia a cultura angolana e também marfinense, mas também pelo contacto com as  comunidades africanas muito presentes na zona particularmente da Etiópia, Nigéria e dos PALOP.

Na sua versatilidade musical quando você escreveu a sua história de forma tão magnífica seja no seu país Angola,como também quando você ultrapassou as fronteiras geográficas e conquistando a Europa.

Coréon Dú é um artista que se reinventa para conquistar novos espaços? Nos conte como é viver essa nova fase musical?

Coréon Dú: Eu tento apenas ser eu mesmo e transmitir artisticamente o ser humano que sou a cada momento.Todos nós nos transformamos todos dias porque aprendemos algo novo todos os dias .A autenticidade é mais importante na conquista de novos espaços  do que reinvenção. A reinvenção normalmente é algo que acontece organicamente ao longo do tempo.

Agradecemos por nos conceder essa entrevista e aqui fica o espaço aberto para suas considerações finais.

Coréon Dú: Obrigado por convidar-me para esta entrevista. Espero poder-mos repetir o momento futuramente sobre mais projectos.Foto:Wedú

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